Sapatos que arruínam uma viagem

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Coisas que eu já devia saber: Não levar sapatos novos para viagens. Caí neste erro, mesmo sabendo que isto não se faz, NUNCA. Basicamente, andei três dias em sofrimento a comprar Compeed compulsivamente. Parecia que era a primeira vez que tinha saído de casa.

 

Vou começar pelo início da história. Vi umas sapatilhas muito giras numa colega, que me disse onde tinha comprado e que estavam em promoção. Também me disse que eram filhas únicas, mas eu fui na mesma à loja, no dia seguinte, tentar a minha sorte porque podia haver noutra cor de que eu também gostasse.

 

De facto havia, mas não estava em promoção. Eu achei que o valor das sapatilhas era incompatível com os compromissos que tenho para este mês e, portanto, vi uns sapatos giros, não muito caros, e comprei-os. Eu, normalmente, calço o 37/38. A rapariga da loja foi buscar o 37 e como eu ia de sandálias pedi-lhe umas meias ou qualquer coisa que desse para calçar e ela deu-me uma daquelas meias descartáveis de plástico. Na altura, eu tive dificuldade em calçar os sapatos, mas lá consegui. Ela nem foi buscar uma calçadeira. Mas depois lá disse que eles eram giros e tal e eu, como também achava o mesmo, trouxe-os. 

 

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Claro que no dia seguinte queria calçar os sapatos, mas coloquei umas meias mais grossas. Tive quase que fazer o pino para os calçar. Posso-vos dizer que a viagem de comboio entre Coimbra e Lisboa me provocou duas bolhas nos pés – uma em cada pé. No dia seguinte ia viajar, mas na mala levava um par de sabrinas, que não são novas mas são duríssimas. Às quatro da manhã, quando saí de casa para ir para o aeroporto, já nem consegui calçar os sapatos novos. Fui de sabrinas. Nos três dias seguintes, só consegui usar as sabrinas. Como são duras, magoaram-me ainda mais as bolhas.

 

Quando cheguei a Portugal a primeira coisa que fiz foi comprar uma pomada para cicatrizar as feridas. Ainda ando a Bepanthene. Nunca vi os meus pés tão mal tratados. Agora, o que fazer com os sapatos? Vou tentar usá-los quando estiver mais habituada a sapatos fechados e, se não conseguir, tenho que os vender. Eles estão novíssimos, mas como não arranquei a etiqueta não me devem trocar. Vamos ver!

11 thoughts on “Sapatos que arruínam uma viagem

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